Nesses 2 meses que tentei salvar meu “casamento” duas coisas interessantes aconteceram em uma mesma festa que eu fui com “D”... a primeira foi que o Fujão me viu com ele... não que isso tenha feito o comportamento dele mudar em algum sentido... eu continuei branquinha como uma parede para ele... triste, mas é verdade!! A outra é que encontramos com um cara que trabalhava com ele, que vou chamar de “B”. Eu o conhecia de forma muito superficial e se não me engano já tinha visto ele me dando uma olhadinha tempos antes disso, mas assim, nada a ver... ele tava lá com 2 meninas, inclusive. Pois bem, ele tirou uma brincadeira com “D” e eu ri e complementei a brincadeira... resumindo, “D” teve uma crise de ciúmes do nada e fechou a cara... eu fiquei puta, indignada, disse que aquilo era ridículo e que “B” nem sequer fazia meu tipo... ouras, ciúmes ali ele poderia ter sentido do Fujão, mas de “B”? Absolutamente nada a ver!
Pois bem, depois da separação e de mais um momento calmaria, voltei para a vida social... festinhas e beijinhos carnatal... as vezes me sentia mal pela forma que o Fujão me ignorava, as vezes me sentia sozinha... eu não tenho problema com a solidão, na verdade até gosto de ficar sozinha, ainda mais depois de sair do turbilhão que tinha saído, mas de vez em quando fazia falta ter alguém para fazer companhia, para abraçar, se preocupar... tirando isso eu estava bem, me divertindo, vivendo meus bons momentos, emagrecendo, chamando atenção de algumas pessoas... assim, fico sem jeito quando chego em algum lugar e me notam, mas quando a gente tá se sentindo meio para baixo faz bem... não era como na minha fase guerra, que eu estava muito bem na fita, obrigado, mas estava bom!
Lembro das meninas me dizendo para eu deixar de ser baixo astral, que eu devia aproveitar e me jogar, mas assim, elas estavam vendo mais do que eu...uma coisa é a pessoa olhar, outra é abordar... tirando essa minha fase guerra, não chove homem em minha horta... estou mais para parede que para latinha de cerveja para a homarada, se é que vocês me entendem... ainda mais quando passei a freqüentar mais os ambientes de rock, que me identifico mais... na fase guerra eu ia para show, para boate, era diferente... roqueiro é um bicho difícil!
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